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FIPE-ZAP: IMÓVEL SOBE MAIS QUE INFLAÇÃO EM GOIÂNIA

<p><img class="attachment-266x266" style="text-align: justify;" title="IMÓVEL SOBE MAIS QUE INFLAÇÃO EM GOIÂNIA" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2015/01/IM%C3%93VEL-SOBE-MAIS-QUE-INFLA%C3%87%C3%83O-EM-GOI%C3%82NIA-438x280.jpg" alt="IMÓVEL SOBE MAIS QUE INFLAÇÃO EM GOIÂNIA" width="266" height="170" /></p>
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<p style="text-align: justify;">                                                                                     Goiânia teve a maior alta nos preços dos imóveis este ano, acumulando variação positiva de 11,84% entre janeiro e novembro, segundo levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal Zap Imóveis, que acompanha o preço dos imóveis em 20 cidades brasileiras. A pesquisa,  divulgada ontem (3),  mostra que, mesmo com a variação, a cidade permanece com o segundo menor preço médio de imóveis entre 20 cidades consultadas. Conforme o resultado, a alta acumulada na Capital este ano é bem superior à estimativa de inflação oficial do País, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que chega a 5,73% entre janeiro e novembro. Isto significa que houve valorização real no preço médio do imóvel em Goiânia. Em novembro, o preço do metro quadrado na cidade teve variação inferior à expectativa da inflação. A alta nos preços dos imóveis, que fechou outubro em 0,99%, caiu para 0,53% no fechamento de novembro. A variação do mês passado é inferior à estimativa do IPCA, e que fechou novembro em 0,59%. Com o resultado, o preço médio do metro quadrado na capital de Goiás ficou em R$ 4.024, o segundo menor preço médio entre as cidades pesquisadas, superior apenas ao de Contagem-MG (R$ 3.362). Segundo o presidente do Instituto Cidades/Ademi-GO e do Conselho para o Desenvolvimento Urbano da Federação das Indústrias de Goiás (Condur/Fieg), Ilézio Inácio Ferreira, os preços dos imóveis em Goiânia devem se manter estáveis nos próximos meses. Estamos com preços muito baixos atualmente. Não há risco de quedas nos preços. Isso só pode acontecer em praças onde, por motivo de euforia, houve sobrepreço no passado, explica. O número de unidades imobiliárias em estoque permanece relativamente alto, diz Ferreira, em cerca de 9,5 mil unidades. O número é bem inferior às 13,5 mil unidades que compunham o estoque de 2013 porque caiu o número de lançamentos. O que não pode ocorrer, segundo ele, é uma redução grande no estoque, o que poderia implicar inflação no setor. O ciclo do mercado é de longo prazo. A empresa lança um empreendimento e, se ficar dois anos sem vender, mas der conta de continuar a obra, deixa para vender depois. Não tem esse risco de baixar preço. Já estamos com preço muito baixo, completa Ilézio Ferreira. Este é o principal assunto da edição de hoje, dia 4, do jornal O Hoje. A manchete de capa, com o título Imóveis em Goiânia têm a maior valorização no País, vem com este texto: Levantamento da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e do portal Zap Imóveis indica que os preços de imóveis em Goiânia registraram a maior alta entre 20 grandes cidades brasileiras. Aumento foi de 11,84%, de janeiro a novembro, acima da inflação oficial do País, o IPCA, que ficou em 5,73%. Ou seja, houve valorização real de 6,11 pontos porcentuais no período.</p>
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<p><strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong></p>
02/01/2015

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