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ADEMI VÊ A VENDA DE IMÓVEIS AINDA EM CRESCIMENTO

<img class="attachment-266x266" style="text-align: justify;" title="Vendas de imoveis residencias" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Vendas-de-imoveis-residencias-281x280.jpg" alt="Vendas de imoveis residencias" width="266" height="266" />


<p style="text-align: justify;">                                                                          Em meio à divergência acerca do balanço do mercado imobiliário no primeiro semestre do ano, em que parte reclama de desaceleração nos negócios e outra parte assegura que conseguiu exceder as vendas do mesmo período do ano passado, o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), Ilézio Inácio Ferreira, diz que, embora estejam um pouco mais estáveis, as vendas continuam a crescer em 2014. Ele cita o resultado do primeiro trimestre do ano, que, conforme pesquisa feita pela entidade, cresceu 7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Estamos vendendo mais do que o que lançamos e isso é bom, porque é sinal da maturidade das empresas e da boa comercialização dos produtos. Em 2012, por exemplo, eram 13 mil unidades sendo comercializadas (estoque). Hoje, o número caiu para 9,2 mil. Destes, apenas cerca de 1,4 mil estão prontas, frisa. Para Ilézio, o resultado do setor neste ano vai depender do desenvolvimento da economia a partir de agora, com o período eleitoral. O reflexo das eleições é grande na economia e, claro, atinge também o mercado imobiliário, mas de forma mais moderada e lenta, porque é um investimento mais seguro, destaca. O vice-presidente do Sindicato da Habitação de Goiás (Secovi), Marcelo Baiocchi, explica que esse eventual cenário negativo não atinge as vendas de imóveis populares, de primeira moradia. Como o déficit habitacional ainda é alto, a procura por esse produto se mantém estável. Por outro lado, no mercado de imóveis voltados para investidores ou para clientes que buscam a troca de moradia, ele estima que o recuo tenha sido, em média, de 30% no primeiro semestre. Isso ocorre em função da própria retração da economia atual. Quando ela começa a perder força, o primeiro compromisso que a pessoa deixa de fazer são os investimentos. Ela prefere priorizar a alimentação, a educação dos filhos e outros gastos que considera mais essenciais, comenta. Apesar de enfrentar uma queda de 80% na demanda de clientes durante a Copa, o balanço do primeiro semestre da Provenda Imobiliária é positivo, segundo afirma o diretor-comercial da empresa, Everson Magalhães Junior. Ele justifica o crescimento em função do sucesso nos lançamentos de imóveis. A expectativa é de melhorar ainda mais, já que há previsão de mais três novos empreendimentos. Em Goiás, vamos fechar o ano com um volume de negócios 20% superior ao de 2013, quando não houve lançamentos, prevê.</p>




<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
29/10/2014

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