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‘ALTA DOS JUROS AGRAVA CRISE NO SETOR IMOBILIÁRIO’

<img class="attachment-post-thumbnail" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Taxas-150x150.jpg" alt="Taxas" width="150" height="150" />


<p style="text-align: justify;">                                                                           Esta é a manchete de economia do jornal O Hoje, edição desta quinta-feira, 07/05. O texto, assinado pela jornalista Thaís Lobo, parte do anúncio de ontem do Banco do Brasil de elevação da taxa de juros de crédito para habitação, que saiu de 9,9% para 10,4% ao ano, mais a taxa de juros referencial (TR). Comenta a reportagem que a mudança de planos do BB assustou empresários e representantes do setor imobiliário, que ainda não se adaptaram com a alta de juros e com as alterações das regras de financiamento de imóveis usados da Caixa Econômica Federal divulgadas na última semana. O aumento vai começar a valer para os financiamentos feitos a partir do dia 18. O Banco do Brasil também anunciou, em compensação à alta dos juros, que o teto de financiamento foi mantido em 80% do valor do imóvel e que o prazo de pagamento será estendido de 360 para 420 meses. Mas nem essas exceções conseguiram trazer ânimo aos representantes do setor. “Goiás já tem enfrentado dificuldades no setor imobiliário desde o ano passado. A queda nas vendas trouxe um volume de demissões nunca antes visto no Estado e pode piorar ainda mais com esse novo cenário, avalia o presidente do Sindicato de Condomínios e Imobiliárias de Goiás (Secovi), Ioav Blanche. ‘A alta de juros no momento em que as pessoas estão apertadas é um tiro no pé. O momento é muito ruim.” Blanche analisa que as mudanças nos juros e no financiamento habitacional vão impactar de forma negativa o setor, já que a alta de juros afeta diretamente o valor das parcelas. O acréscimo de 1% num imóvel de R$150 mil, por exemplo, gera um aumento de R$ 125 por parcela. O presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis de Goiás (Creci-GO), Oscar Hugo Guimarães, não consegue ver soluções a médio prazo e acredita que as mudanças em ‘doses homeopáticas’ do governo tem provocado impasse no mercado imobiliário goiano. “Construtoras estão sem saber como projetar o futuro e o consumidor está com medo de comprar. Vai ser difícil encarar o financiamento com a taxa de juros a 18% ao ano,” avalia.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
15/10/2015

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