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ANÚNCIO ESTÁ CONDICIONADO A ANÁLISE DO ORÇAMENTO

<img class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-150x150.jpg" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" srcset="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-150x150.jpg 150w, http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-100x100.jpg 100w, http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-90x90.jpg 90w, http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-80x80.jpg 80w" alt="tome nota" width="150" height="150" />


<p style="text-align: justify;">                                                                    O aperto orçamentário, explicitado no documento enviado ao Congresso Nacional na última semana, que prevê rombo de R$ 30,5 bilhões nas contas do governo, gerou impacto em uma série de programas, inclusive no lançamento da terceira fase do Minha Casa Minha Vida. Diferentemente do que havia sido anunciado pela presidente Dilma Rousseff, a nova etapa do programa não deve ser oficialmente lançada nesta quinta-feira, 10. Segundo um integrante do governo, a iniciativa será apresentada somente após a aprovação do orçamento pelos parlamentares, o que pode ocorrer até o fim do ano. No lugar do anúncio oficial, Dilma deve se reunir com integrantes de movimentos sociais para apresentar o que o governo já tem desenhado para a terceira etapa do programa. De acordo com o integrante do governo, já há um projeto pronto para a iniciativa, conforme o que foi enviado ao Congresso com o rombo. Não é possível, porém, prever ao certo quanto deve ser aplicado no programa sem o aval dos parlamentares. A possibilidade de cortes no programa foi publicamente levantada pela primeira vez ontem (08/09) pela manhã, pelo ministro Ricardo Berzoini. Após participar da reunião da coordenação política, o titular das Comunicações disse que a iniciativa teria de ser adaptada à nova “realidade orçamentária do País”. “Só para vocês terem uma ideia, já tem mais de 1,4 milhão de casas ainda para serem entregues da fase 2. É um programa de grande impacto social e orçamentário. E a fase 3, certamente, vai ser continuidade disso. Evidentemente, ajustada à disponibilidade orçamentária”, disse o ministro. Embora tenha assumido os possíveis cortes, Berzoini disse também não acreditar que haverá adiamento do lançamento da terceira etapa da iniciativa. “Eu não creio que haja nenhum adiamento, mas há, simplesmente, essa fase final de alinhamento do programa com o orçamento da União”, afirmou.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
06/06/2016

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