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ATRASOS DO GOVERNO AFETAM A CONSTRUÇÃO EM GOIÁS

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<p style="text-align: justify;">                                                                                                              Goiás lidera o ranking nacional de geração de emprego formal este ano. De janeiro a julho de 2015, houve acréscimo de 21.056 postos de trabalho, número que representa um crescimento de 1,71% no período, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados na última sexta-feira (21). O resultado positivo de Goiás é motivado pelo bom desempenho da agropecuária, setor que também segurou os outros dois Estados, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que conseguiram resultado positivo no ano, colocando o Centro-Oeste como a região que mais gerou emprego no País. “O agronegócio é o motor que ainda continua vivo na economia e ajuda Goiás nos momentos de crise, fazendo o Estado se sobressair,” analisa o economista e professor do Instituto de Graduação e Pós-Graduação (IPOG), Marcus Antônio Teodoro. Segundo Teodoro, o perfil da economia goiana, com poucas indústrias, ajuda nos resultados positivos. “A indústria é o setor que mais tem caído no País e aqui que tem menos, predomina mais a parte de serviços e agronegócio,” explica. A agropecuária gerou 675 postos de trabalho em julho, mas o setor não conseguiu segurar a queda de outras atividades. No mês, foram eliminados 2.908 postos de trabalho em Goiás, o que representa uma redução de 0,23% em relação ao estoque de empregos celetistas do mês anterior. Os setores que mais contribuíram para esta queda foram o de Serviços (-1.155 postos), a Indústria de Transformação (-1.028 postos), a Construção Civil (-853 postos) e o Comércio (-598 postos). Segundo o presidente do Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-Go), Carlos Alberto de Paulo Moura Júnior, a queda no setor da construção civil se deve aos atrasos dos pagamentos às obras ligadas aos programas do governo federal, como o Minha Casa Minha Vida (MCMV) e o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) . “A redução não está ligada ao setor de incorporação, mas sim às obras públicas do governo. Grandes obras em Anápolis tiveram uma redução (demissão) muito grande, porque estavam com mais de 60 dias de atraso com o pagamento,” disse. Apesar do resultado negativo, o Estado ainda ficou no sétimo lugar em geração de empregos no mês de julho, atrás apenas do Maranhão (+0,44%), Pará (+0,33%), Mato Grosso (+0,11%), Acre (-0,09%), Piauí (-0,15%) e Distrito Federal (-0,20%).</p>
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<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
23/11/2015

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