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BRASIL MODERNO PRECISA DE CONCESSÕES E PARCERIAS

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<p style="text-align: justify;">                                                           O Brasil precisa se modernizar e tornar-­se mais competitivo e um dos caminhos é incentivar a realização de concessões e contratos de Parcerias Público­-Privadas. Esta foi a mensagem do governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, na abertura do “Seminário Regional Concessões e PPPs: ampliação das oportunidades de negócios”, realizado na terça­-feira (10), em Vitória­-ES, pelo Sinduscon­ES, com a promoção da CBIC e do Senai Nacional. Segundo o governador, esse assunto precisa entrar na agenda do País e há necessidade de se ter uma base regulatória para garantir o bom funcionamento desse instrumento de desenvolvimento. Os 180 participantes reunidos no auditório da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), entre empresários, agentes públicos e especialistas no assunto, tiveram a oportunidade de debater os principais entraves existentes no País que impedem o avanço de novas concessões e novos contratos de PPPs no âmbito dos governos federal, estadual e municipal.</p>
Segundo o economista Gesner Oliveira, palestrante do painel “Uma nova perspectiva para negócios com o poder público utilizando as concessões e as PPPs”, apesar das vantagens e dos interesses do setor privado, os principais entraves a serem enfrentados para que isso aconteça são a falta de recursos financeiros, adequação das garantias e desburocratização, tornando o processo mais transparente. Já o presidente da CBIC, José Carlos Martins, destacou que a qualidade do serviço público melhora se for prestado por meio de concessão ou de PPP, pois a população tem como cobrar e exigir mais qualidade na prestação do serviço, seja ele de infraestrutura ou de saúde, por exemplo. Ele defendeu uma mudança de cultura em relação a esses instrumentos. “Precisamos desmistificar o tema”, disse. Essa ideia foi reforçada pelo presidente do Sinduscon­ES, Aristóteles Passos Costa Neto, ao afirmar que o Estado representa o aporte catalisador dos projetos, o empresário a força produtora e a sociedade a receptora do serviço.







<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
18/08/2016

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