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CBIC: COMAT VÊ CAMINHOS PARA HABITAÇÃO SUSTENTÁVEL

<img class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-150x150.jpg" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" srcset="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-150x150.jpg 150w, http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-100x100.jpg 100w, http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-90x90.jpg 90w, http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-80x80.jpg 80w" alt="tome nota" width="150" height="150" />


<p style="text-align: justify;">                                                                     A reunião da Comat/CBIC desta quinta-feira (29) contou com a participação de Anielle Guedes, fundadora de Urban 3D, startup dedicada à melhoria da qualidade de vida nos centros urbanos. O objetivo da empresa é oferecer, em parceria com governos e prefeituras, habitação sustentável não apenas nos centros urbanos, mas, também, em lugares onde a urbanização ainda não chegou. Segundo Anielle, é possível construir moradias de baixo custo aliando desenvolvimento tecnológico e sustentabilidade. O debate também contou com a participação de representantes da Startup InovaHouse 3D, de Brasília, Juliana Martinelli (CEO) e Bruna Figueiredo (Desenvolvimento de Material). Também foram apresentadas algumas sugestões de propostas de desafios para a parceria IC/Senai, pelo Instituto Senai de Inovação (ISI)/Instituto Senai de Tecnologia (IST). Segundo o presidente da Comat/CBIC, Dionyzio Klavdianos, essas propostas podem virar projetos que promovam melhorias para o setor da construção. Além disso, a Comissão decidiu que as viagens técnicas previstas serão nacionais e que serão escolhidas as obras a serem visitadas pelo Brasil. A Comissão ainda decidiu que em razão da falta de consenso vai propor uma nova sugestão de texto para o Projeto de Lei (PL) 359/2011. O PL, que trata da obrigatoriedade da administração pública integrante dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e das fundações instituídas ou mantidas pelo poder público exigir que os produtos, processos, sistemas construtivos, componentes e serviços de construção civil, ao serem adquiridos, estejam em estrita observância ao estabelecido no âmbito do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro), foi retirado ontem da pauta de votação da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
02/08/2016

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