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COMEÇAM NA 2ª OS ENCONTROS COM GOVERNADORIÁVEIS

<img class="attachment-266x266" style="text-align: justify;" title="FORUM DA HABITAÇÃO VAI RECEBER OS GOVERNADORIÁVEIS" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2014/10/FORUM-DA-HABITA%C3%87%C3%83O-VAI-RECEBER-OS-GOVERNADORI%C3%81VEIS1-559x280.jpg" alt="FORUM DA HABITAÇÃO VAI RECEBER OS GOVERNADORIÁVEIS" width="266" height="133" />


<p style="text-align: justify;">                                                                  A partir deste mês, a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi-GO), o Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias (Secovi-GO) e o Sindicato da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Sinduscon-GO), entidades que compõem o Fórum Goiano da Habitação (FGH), recebem os principais candidatos ao governo de Goiás para debater o déficit habitacional no Estado e as carências urbanas das cidades goianas. Na ocasião, o Fórum Goiano da Habitação (FGH) entregará a pauta de reivindicações do setor de habitação do Estado de Goiás aos candidatos, com propostas de mudanças para a cidade e na política da habitação, elaboradas com base em estudos técnicos, assim como proporcionará a eles a oportunidade de apresentar aos empresários dos setores da indústria da construção e do mercado imobiliário seus respectivos Planos de Governo. Todos os encontros ocorrerão na sede do Sinduscon-GO. Será recebido um candidato por vez. O primeiro a participar da sabatina com empresários do segmento, na segunda-feira próxima,  dia 18, às 16h30, será  o candidato do PMDB, Iris Rezende. Posteriormente, também participarão de encontros com o Fórum Goiano da Habitação os candidatos Marconi Perillo (PSDB), Vanderlan Cardoso (PSB) e Antônio Gomide (PT). Até 2007, o Ipea calculava o déficit habitacional no Brasil em 7 milhões de unidades. A partir daí, com o advento dos programas sociais de auxílio à aquisição imobiliária e o maior incentivo ao financiamento,  caiu para 5 milhões de unidades habitacionais. Em Goiás, são cerca 176 mil famílias, segundo a Fundação João Pinheiro, que não dispõem da casa própria. A maior parte tem renda de zero a três salários mínimos.  De acordo com os líderes das entidades que compõem o FGH, Renato Correia (Ademi), Ioav Blanche (Secovi) e Carlos Alberto Moura (Sinduscon), somente o Programa Minha Casa Minha Vida não consegue atender essa faixa da população, que precisa de subsídios maiores. Outro empecilho ao pleno desenvolvimento dos programas habitacionais tem sido a falta de investimentos em infraestrutura urbana, principalmente com relação ao esgotamento sanitário, água tratada e energia elétrica. A burocracia diante da aprovação dos projetos habitacionais para o Estado é outro tema de debate com os candidatos. Afinal, ela repercute em toda a sociedade. Conforme estudo encomendado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e apresentado durante no 86º Enic, em maio último, em Goiânia, o custo da habitação chega a subir até 20% devido aos trâmites burocráticos envolvidos. Os membros do FGH acreditam que a formação de um grupo técnico para a centralização e a liberação de laudos desses serviços agilizaria muito o processo de aprovação de tais projetos. Também serão discutidos o Cheque Mais Moradia, a necessidade de união entre os poderes estadual e municipal para a disponibilização de áreas para a implantação de moradias da faixa 1 - destinadas a famílias com renda de zero a três salários mínimos - do programa Minha Casa Minha Vida, Parcerias Público-Privadas, entre outros temas de impacto na infraestrutura urbana.</p>




<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
29/10/2014

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