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CONSTRUÇÃO DESEMPREGA, MAS VÊ FALTAR MÃO DE OBRA

<img class="attachment-266x266" style="text-align: justify;" title="MÃO DE OBRA CARA" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2014/11/M%C3%83O-DE-OBRA-CARA.jpg" alt="MÃO DE OBRA CARA" width="266" height="122" />


<p style="text-align: justify;">                                                                                                 Dos 20 municípios brasileiros que registraram mais demissões no mês passado, dois são goianos. Dentro desse ranking indesejado está Cristalina, localizada na Região Sudeste do Estado (16º posição),  e Goiânia, fechando o levantamento em 20º lugar. O desaquecimento da economia, a estiagem prolongada e os baixos preços das commodities são os principais fatores que impulsionaram maior volume de baixa nas carteiras assinadas. Em Goiânia, município que aparece na 20º posição no ranking das cidades que mais demitiram no País, com 996 dispensas, dois setores se destacaram na eliminação de vagas: indústria da transformação e construção civil. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em todo o Estado a indústria da transformação demitiu 1.761 trabalhadores no mês passado e a construção civil, 1,5 mil. De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário de Goiânia (Sintracom), José Braz, esse é um movimento comum do segmento da construção civil. Ele explica que, em função do início do período chuvoso, as empresas tendem a demitir no último trimestre do ano. Mas o mercado volta a absorver essa mão de obra em fevereiro, comenta. Conforme José Braz, este ano não houve uma demissão acima do normal para o setor, pelo contrário. Está faltando mão de obra na construção civil, diz.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
26/11/2014

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