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DÍVIDA EM ALTA AFETA DEFINIÇÃO NO ORÇAMENTO FEDERAL

<img class="attachment-post-thumbnail" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2015/10/INFLA%C3%87%C3%83O-%C3%89-A-MAIS-ELEVADA-PARA-O-M%C3%8AS-DE-MAR%C3%87O1-150x150.jpg" alt="INFLAÇÃO É A MAIS ELEVADA PARA O MÊS DE MARÇO" width="150" height="150" />


<p style="text-align: justify;">                                                                                  Depois de desistir de recriar a CPMF, ideia que durou apenas três dias, o governo decidiu neste domingo encaminhar ao Congresso sua proposta de Orçamento da União para o próximo ano com uma previsão de déficit primário. O governo indica, assim, que não vê como economizar o bastante para pagar os juros da dívida pública e que terá de se endividar ainda mais para financiar suas despesas em 2016. A própria presidente Dilma Rousseff comunicou a decisão a líderes aliados, entre eles o presidente do Senado, Renan Calheiros. Será a primeira vez que o Orçamento é enviado ao Congresso com déficit primário desde que o governo passou a contabilizar seus números dessa maneira, na administração do ex-presidente Fernando Henrique. Ao expor a fragilidade das suas finanças, o governo põe sob ameaça o grau de investimento do Brasil, garantia dada por agências internacionais de classificação de risco de que o País é seguro para investidores. Para evitar reações negativas do mercado, o Planalto quer apresentar propostas de reformas que melhorem as contas públicas.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
26/11/2015

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