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EM CRISE DE GESTÃO, A COMURG ESTÁ SOB INTERVENÇÃO

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<p style="text-align: justify;">                                                                                                         Com um histórico de problemas na prestação de serviços, de gastos excessivos e de denúncias de irregularidades, a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) passará por uma espécie de intervenção administrativa a partir desta semana, com a nomeação de comissão responsável por um diagnóstico do órgão e elaboração de um planejamento estratégico. O grupo de trabalho será comandado pelo secretário municipal de Planejamento Urbano e Habitação (Seplanh), Paulo Cesar Pereira, que ficará de 15 a 30 dias em atuação na companhia. A intenção da Prefeitura é cortar de 25% a 30% os custos da companhia, que tem orçamento anual de cerca de R$ 400 milhões. A comissão focará em quatro frentes: o trabalho operacional, com propostas de aumento da eficiência; a estrutura organizacional e o quadro de pessoal – já se sabe que haverá corte no número de diretorias –; a infraestrutura (equipamentos e bens da companhia) e a execução orçamentária. O grupo deverá reavaliar todos os contratos e os gastos com folha no órgão. No período, Paulo Cesar vai acumular o trabalho com a Seplanh. A Prefeitura planeja reduzir custos na Comurg desde a aprovação da reforma administrativa, em que o órgão não foi incluído, em junho. O Paço avalia que o comando não pode ser exercido por indicação política, que cederia às pressões de aliados, nem por servidor do órgão (caso de Ormando José Pires Júnior, o ex-presidente), por conta do corporativismo e da proteção aos colegas. Pelos levantamentos feitos pela Prefeitura, o custo per capita com limpeza urbana na capital goiana, de R$ 412, é bem maior que os gastos registrados, por exemplo, em Porto Alegre (R$ 103) e Rio de Janeiro (R$ 276). O porcentual de gastos considerando a receita corrente líquida também está bem acima de outras capitais. Em Goiânia, são 18,3%, enquanto no Rio, a limpeza urbana consome 9,2%. Em Porto Alegre, são 3,01%. Com orçamento de cerca de R$ 400 milhões anuais, a Comurg é uma das estruturas mais problemáticas da Prefeitura, com sucessivas denúncias de irregularidades e alvo de pressões políticas.</p>
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<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
23/11/2015

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