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EMPREGO: PAÍS ESTÁ PRÓXIMO DO MEIO MILHÃO DE PERDAS

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<p style="text-align: justify;">                                                                                                      A recessão bate forte no mercado de trabalho. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados na sexta-feira (21) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, mostram que, somente em julho, 157 mil vagas com carteira assinada foram fechadas no País. É o pior resultado para o mês desde o início da série histórica, em 1992. Neste ano, o número de empregos extintos já está perto de meio milhão – 494.386. Em 12 meses, 778.737 postos de trabalho sumiram em consequência da queda no ritmo de atividade econômica. A rapidez com que o quadro se deteriorou chama a atenção. Nos primeiros sete meses do ano passado, foram criados mais de 700 mil empregos. A amplitude da crise também mostra a gravidade do problema. Dos oito setores analisados, sete apresentaram perdas generalizadas no mês passado. A indústria foi a que mais demitiu, dispensando 64.312 trabalhadores. Mas o setor de serviços, que vinha se destacando por manter o quadro de pessoal, já aparece em segundo lugar, com 58.010 empregos fechados. O comércio perdeu 34.545 vagas e a construção civil veio em seguida, com menos 21.966 postos de trabalho. A exceção foi a agropecuária, que apresentou saldo positivo 24.465 vagas. Fábio Bentes, economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), acredita que é apenas uma questão de tempo para todos os setores apresentarem resultados negativos. “A economia está se deteriorando rapidamente. As vendas do varejo este ano já caíram 15,6%, transformando 2015 no pior ano do comércio”, afirmou. “A inflação está por trás de todas essas maldades e o aumento dos preços administrados foi o que estragou o IPCA”, acrescentou. O ministro do Trabalho, Manoel Dias, que até o começo do ano costumava anunciar o resultado para os jornalistas, apenas divulgou os dados de julho pelo site do Ministério e limitou-se a comentar que a situação será revertida até o fim do ano. Dias acredita que os empréstimos liberados à indústria automobilística pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, no começo da semana, e investimentos do FGTS na construção podem criar vagas.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
23/11/2015

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