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FIPEZAP: M² TEM AUMENTO REAL DE 3,5% EM GOIÂNIA

<img class="attachment-266x266" title="GOIÂNIA LIDERA O RANKING DE VALORIZAÇÃO DOS IMÓVEIS" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2014/11/GOI%C3%82NIA-LIDERA-O-RANKING-DE-VALORIZA%C3%87%C3%83O-DOS-IM%C3%93VEIS.jpg" alt="GOIÂNIA LIDERA O RANKING DE VALORIZAÇÃO DOS IMÓVEIS" width="216" height="123" />


<p style="text-align: justify;">                                                            Este foi o destaque da edição do sábado, 23, de O Popular: Goiânia teve a segunda maior elevação do preço do imóvel este ano no País. Até julho, já descontada a inflação, a variação real do preço médio do metro quadrado foi 3,5%, ficando atrás somente de Vitória, 3,9%. Os dados foram divulgados pelo Zap, maior portal imobiliário do País, e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que calculam o FipeZap. Foi a primeira vez que Goiânia participou dessa pesquisa,  integrando outros 24 municípios. A reportagem, assinada pela jornalista Karina Ribeiro, ouviu o presidente da Ademi, Renato de Sousa Correia: Historicamente – disse ele -, Goiânia apresenta preços médios do metro quadrado até 30% abaixo que a média nacional (R$ 7.369, segundo a pesquisa). Isso ocorre em um Estado que cresce acima da média e numa região (Goiânia) que absorve a maioria das pessoas que chega a Goiás, assinalou, para depois comentar que despontar como a nona economia nacional atrai investimentos de todas as esferas. Renato frisou ainda que Goiânia está pujante e isso acaba refletindo no mercado como um todo;  mercado se autorregula de acordo com a lei de oferta e procura. E informou que o Plano Diretor da cidade incorpora regras bastante definidas para o setor imobiliário. Diante desses fatores, ele acredita que a variação do mercado imobiliário deve continuar positiva. Dificilmente veremos retração de preços no mercado goiano, assegurou o presidente da Ademi. No estudo foi avaliado o valor das ofertas de apartamentos residenciais anunciadas no portal Zap, maior site imobiliário do País. Goiânia registrou um índice bem acima da média do índice ampliado divulgado pelo estudo - 0,2%. Das 20 cidades que compõem o índice nacional (cinco ficaram fora), 9 apresentaram retração e Recife (PE) manteve-se estável. Outras 10 apresentaram aumento de preços. Na linha ascendente, Niterói (RJ) mostrou ligeiro crescimento de 0,1%, passando por Goiânia (3,5%), até chegar a Vitória 3,9%.</p>




<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
05/11/2014

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