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GOVERNO VÊ COM O SETOR A 3ª ETAPA DO MINHA CASA

<img class="attachment-post-thumbnail" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Minha-casa-Minha-vida-150x150.jpg" alt="Minha casa Minha vida" width="150" height="150" />


<p style="text-align: justify;">                                                        O governo federal retomou as negociações com o setor da construção civil para iniciar neste ano ainda, mesmo com o ajuste fiscal, a terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida. A meta da terceira fase do programa está mantida em 3 milhões de casas contratadas até 2018. O governo discute agora quando esse cronograma deve começar, dado o apertado espaço fiscal para os novos subsídios que estão nos planos. O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, reuniu na segunda-feira (16) o ministro de Cidades, Gilberto Kassab, a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, e representantes da CBIC e da Abrainc para formatar o programa. Para esse fim, mais reuniões devem ser realizadas nas próximas semanas. “Esse é um programa prioritário de governo. Pode ser que não contrate hoje, claro. Todos temos noção de que o Brasil vive hoje um ajuste fiscal”, disse depois da reunião o presidente da CBIC, José Carlos Martins. A terceira fase do Minha Casa, Minha Vida será “aperfeiçoado”, segundo o governo, com a criação de uma faixa intermediária de renda, para ampliar o número de beneficiários. A nova modalidade está sendo chamada de Faixa 1- FGTS, pois vai combinar os incentivos da primeira faixa (beneficiários que recebem até R$ 1.600) com os da segunda (renda entre R$ 1.600 e R$ 3.275). Hoje, quem se encaixa na primeira faixa paga prestações de R$ 80 (5% da renda), enquanto quem está na segunda paga prestações de R$ 400 (25% da renda). Parte do recurso para os beneficiários da faixa intermediária virá do FGTS e outra parte virá de subsídios do governo, que vai trabalhar nas próximas semanas para formatar essa modalidade. “O objetivo é em 2018 o programa ter 6,750 milhões de casas contratadas, aproximadamente 4 milhões já entregues, atendendo 25 milhões de pessoas”, afirmou o ministro Gilberto Kassab.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
07/10/2015

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