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IMÓVEIS: PREÇO DO M² FICA EM R$ 4,6 MIL NA CAPITAL

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<p style="text-align: justify;">                                                                                                  A queda no volume de terrenos, o posicionamento geográfico e a maturidade do mercado são as justificativas para o ascendente de rendimento, diz relatório da Ademi-GO. Mesmo em tempos de vacas magras, dados apontam que investir no mercado imobiliário goianiense é um bom negócio. A evolução do preço do metro quadrado chegou a 9,4% no primeiro semestre deste ano, no comparativo com mesmo período de 2014. Já quem adquiriu um apartamento na capital em 2010, no momento do boom do setor, teve rendimento médio real, já descontada a inflação, de 33%. Por outro lado, o consumidor vai pagar mais caro pelo imóvel novo. Os dados foram apresentados ontem (20) durante divulgação da Análise Semestral do Mercado Imobiliário de Goiânia e Região Metropolitana pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO). A queda no volume de terrenos, o posicionamento geográfico e a maturidade do mercado goiano são as principais justificativas para esse rendimento ascendente. Mas se em algumas capitais do País o excesso de estoque de apartamentos, aliado à retração nas vendas, está promovendo uma espécie de “queimão” de imóveis, não há indícios de que o mesmo ocorra no mercado local. A tendência, inclusive, é de que haja pressão para cima nos valores. A justificativa é o aumento significativo nas taxas municipais e, sobretudo, de cartório. “Um empreendimento médio cuja taxa ficava em R$ 30 mil no ano passado, agora está em R$ 150 mil”, ressalta o presidente da Ademi-GO, Renato Correa. Elevação dos preços das taxas de energia elétrica e água, além de mão de obra, contribuem para esse movimento. Atualmente, o valor médio do metro quadrado na capital é de R$ 4.600,00. O estoque de apartamentos, casas em condomínios, salas e apartamento-hotel em Goiânia é de 9.037 unidades. Em 14 meses, teoricamente, se não fosse lançado nenhum empreendimento, não haveria mais nenhum imóvel disponível na capital. O ritmo de liquidez é considerado acelerado. Em Belo Horizonte, para se ter ideia, onde o número de imóveis disponíveis é um terço inferior, o período para liquidar os imóveis é de 37 meses. A casa é o tipo de imóvel que mais sofreu queda no estoque. Em janeiro de 2014, eram 652 unidades ante 92 unidades em igual período deste ano.</p>
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<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
23/11/2015

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