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INOVAÇÃO E INTELIGÊNCIA: AS SMARTS CITIES BRASILEIRAS

<img class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-150x150.jpg" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" srcset="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-150x150.jpg 150w, http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-100x100.jpg 100w, http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-90x90.jpg 90w, http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2016/05/tome-nota-80x80.jpg 80w" alt="tome nota" width="150" height="150" />


<p style="text-align: justify;">                                                      Tendo como foco a inovação através de processos inteligentes, a Conferência Smart Cities Brazil 2015 foi realizada esta semana no Rio de Janeiro, com o objetivo de apresentar inovação disruptiva para o projeto, a construção e a manutenção das cidades. Foi uma realização do Centro da Construção, que estimula a inovação do setor AEC (Arquitetura, Engenharia e Construção), através da Curadoria de Conteúdo, Negócio Social (Social Business), Plataforma de Negócios, Pesquisa de Mercado, Trade Shows, Conferências, Missões Comerciais e de Estudo, Publicações e Eventos Culturais. Participaram na programação e organização a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), que representa a indústria da construção civil no Brasil e promove a integração da cadeia produtiva da construção, em âmbito nacional, e participa de organizações internacionais do setor; o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Rio de Janeiro – Sinduscon-RJ, que representa e prima pelo fortalecimento institucional do setor, promovendo ações concretas voltadas ao desenvolvimento da indústria fluminense; o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil, que possui a função de orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de arquitetura e urbanismo, zelar pela fiel observância dos princípios de ética e disciplina da classe em todo território nacional, bem como pugnar pelo aperfeiçoamento do exercício da arquitetura e urbanismo; o Clube de Engenharia, uma instituição que agrega engenheiros e técnicos com o objetivo de oferecer um espaço democrático para a discussão de questões relacionadas ao desenvolvimento nacional e à capacitação técnica dos engenheiros; a Associação Comercial do Rio de Janeiro, que atua como interlocutora entre os empresários fluminenses e os governos federal, estadual e municipal, identificando as melhores oportunidades de negócios e focando sempre na promoção do Rio de Janeiro; o Conselho Empresarial da Indústria da Construção da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, que tem por objetivo articular os segmentos componentes da cadeia produtiva do setor; e a Rede de Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro – Redetec, que estimula, fomenta, apóia e mobiliza as suas 53 instituições associadas visando à inovação e ao desenvolvimento tecnológico do Estado do Rio de Janeiro. De sua parte, o Connected Smart Cities retomou sua agenda no último dia 21 com um evento desenvolvido em parceria com o Ministério das Cidades e para falar de um assunto que é um dos maiores desafios para o desenvolvimento dos centros urbanos na atualidade: a mobilidade. Com o tema “Mobilidade urbana: indicadores para o planejamento sustentável, eficiente e rentável”, o encontro, realizado no Ministério das Cidades, em Brasília, teve por objetivo dissecar os indicadores de mobilidade e como ele se relaciona com os demais setores de uma cidade inteligente. Essas discussões abordam a aplicação dos indicadores de mobilidade urbana no planejamento das cidades e a co-relação entre a mobilidade, meio ambiente e urbanismo. Uma das premissas do Connected Smart Cities é inovação, portanto, manter o frescor do projeto é imprescindível. Por isso, já se pensa em algumas das novidades que serão implementadas no ano que vem. A primeira delas é o Espaço Investidores, que tem diferentes linhas de trabalho através da exposição de organizações que podem financiar as prefeituras para implementação de tecnologias, como o Ministério das Cidades, Ciência e Tecnologia, BNDES, dentre outros. Serão promovidas três atividades com este público: rodadas de negócios entre estas organizações e as prefeituras, propiciando troca de informações sobre como acessar estes financiamentos; workshops práticos de estruturação de projetos de captação para as prefeituras; e participação de consultorias que possam ajudar as prefeituras a estruturarem seus projetos. Já o Espaço Governança permitirá a discussão entre agentes públicos e organizações que representam a sociedade civil, promovendo assim a participação social nas decisões do poder público nas cidades. Vêm aí também novidades online. Será desenvolvido o Portal Connected Smart Cities, com informações abertas mapeando as cidades que já contam com inovações inteligentes, que será atualizado de forma colaborativa. Lá, será disponibilizado o descritivo por eixo temático das implementações inteligentes das cidades brasileiras, indicando as organizações envolvidas nas soluções, diretório das organizações que oferecem soluções para cidades inteligentes, espaço para organizações que oferecem soluções inovadoras e um espaço indicando onde está o capital para investimento nos centros urbanos.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
01/08/2016

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