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IPTU: TENDÊNCIA NA CÂMARA É FECHAR NO REAJUSTE DE 30%

<img class="attachment-266x266" style="text-align: justify;" title="IPTU" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2014/11/IPTU14.jpg" alt="IPTU" width="266" height="110" />


<p style="text-align: justify;">                                                                                                    A Prefeitura de Goiânia não tem maioria na Câmara para aprovar o projeto de reajuste linear em 57,8% da Planta de Valores para 2015, sobre a qual incidirão as novas alíquotas do IPTU e ITU já aprovadas neste ano. A avaliação é dos vereadores da base do prefeito Paulo Garcia. Cogita-se então na Câmara de duas possibilidades: o Paço manter a tramitação do projeto nesta semana, mas aceitar um reajuste menor (entre 30% e 40%),  ou abortar o projeto de aumento linear e retomar o da atualização da Planta de Valores, discutida por quase seis meses por uma comissão de vereadores, técnicos da Prefeitura e de entidades. O prefeito marcou para amanhã (dia 26) à tarde uma reunião com os vereadores aliados e os do Bloco Moderado. A única certeza que temos é de que o aumento de 57,8% não passará na Câmara. O prefeito não tem maioria para isso, nem mesmo na sua base, que defende reajuste de 30% para 2015, diz Wellington Peixoto (Pros). O aumento linear na Planta de Valores Imobiliários depende do posicionamento do bloco moderado da Câmara Municipal. Na última audiência pública sobre as alterações da atualização do IPTU e ITU, vereadores sinalizaram que podem reduzir o índice do projeto que propõe aumento linear de 57,8% para 2015. No entanto, os legisladores ainda não definiram qualquer emenda. A estratégia é de negociação junto ao Paço Municipal. O discurso da maioria dos vereadores, inclusive alguns da base de sustentação do prefeito, é que a atual proposta é inviável e será barrada caso siga sem ajustes. No entanto, se houver a diminuição no atual índice, o bloco moderado cederia e o Paço teria maioria na Casa, conseguindo aplicar para o ano que vem os novos valores no imposto. Entre os vereadores corre que proposta poderia passar sem problemas caso houvesse uma redução para 30%.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
27/11/2014

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