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IPTU:REAJUSTE MÉDIO DE 400% NOS CONDOMÍNIOS FECHADOS

<img class="attachment-266x266" style="text-align: justify;" title="IPTU" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2014/10/IPTU1.jpg" alt="IPTU" width="266" height="110" />


<p style="text-align: justify;">                                                                A atualização da Planta Geral de Valores Imobiliários (PGVI) em Goiânia pode gerar um aumento médio de mais de 400% para os terrenos de condomínios horizontais fechados na capital, conforme avaliação da comissão instituída pela Prefeitura para o trabalho. O estudo foi concluído na semana passada e o relatório deve ser entregue nesta sexta-feira para o prefeito Paulo Garcia, junto com uma proposta de redução da alíquota do IPTU. A expectativa da Prefeitura é que ambas as propostas sejam encaminhadas para a Câmara de Goiânia semana que vem. Alguns valores da atualização aprovada pela comissão: mais de 1.800% para a área do Clube Alphaville, onde o metro quadrado do terreno subiu de R$ 120 para R$ 2.300, se tornando a área mais valorizada de Goiânia a contar pela PGVI. O segundo lugar no ranking do metro quadrado mais caro fica também na região do Alphaville, na área comercial do condomínio, onde o terreno foi avaliado em R$ 2 mil o metro quadrado. Os lotes dentro dos condomínios, no entanto, não ficaram entre os mais caros da Capital. A justificativa é de que eles são quase sempre pequenos, com pouca área para construção, e que a valorização se dá por toda a estrutura do condomínio e a qualidade da construção, o que não é medido no valor venal do terreno. Os condomínios Ipê e Cruzeiro, mais valorizados entre os residenciais, têm o metro quadrado avaliado em R$ 1 mil. O valor é o mesmo que foi atualizado para as regiões mais nobres do Setor Oeste, por exemplo. No entanto, fica abaixo das melhores áreas dos setores Marista, Bueno e até mesmo Campinas e Norte Ferroviário, que chegam a custar entre R$ 1,3 mil e R$ 1,5 mil o metro quadrado. Outro caso que gerou discussão foi o condomínio Aldeia do Vale, que antes tinha quatro áreas diferentes, cujo metro quadrado variava de R$ 100 a R$ 200. A decisão da comissão foi de organizar o condomínio horizontal em apenas uma planta de valor, que chegou a ser discutida em mais de uma reunião do grupo. Ao final, a decisão foi de que o metro quadrado do terreno vale R$ 400 e a justificativa também foi a de que o lote é pequeno e que a construção nele só seria permitida em 25% da área. Os Jardins Florença, Paris, Atenas e Milão são outros condomínios que receberam maior valorização, em que o metro quadrado varia de R$ 600 a R$ 900. A comissão criada para atualizar a Planta de Geral de Valores Imobiliários de Goiânia reajustou também os valores da tabela de construção, na qual consta os valores das edificações por metro quadrado seguindo uma pontuação obtida a partir de critérios que vão da conservação à localização do imóvel na quadra. O reajuste foi de 76,8%. Este número teve como base os valores para a primeira zona fiscal de Goiânia, que se referia aos bairros mais centrais e nobres da Capital. As zonas fiscais, que eram quatro, no entanto, devem ser excluídas na proposta do Paço para a mudança no Código Tributário Municipal. No lugar, as alíquotas devem variar por valor venal do imóvel.</p>




<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
31/10/2014

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