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MERCADO IMOBILIÁRIO DE GOIÁS REDUZ EM 11% O ESTOQUE

<img class="attachment-post-thumbnail" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2015/10/Cni-aponta-queda-no-faturamento-da-industria-150x150.jpg" alt="Cni aponta queda no faturamento da industria" width="150" height="150" />


<p style="text-align: justify;">                                                                                                  A Análise Semestral do Mercado Imobiliário de Goiânia e Região Metropolitana, apresentada na manhã de hoje, 20, em café da manhã na Ademi, trouxe, dentre outros números expressivos, o comprovante da redução do estoque de imóveis, de um ano para cá, em 11%. Pela situação de crise vivido nas outras praças, especialmente nas duas maiores delas, São Paulo e Rio de Janeiro, a realidade de mercado que se constata em Goiás acaba como referência nacional. Uma das consequências benéficas para o mercado dessa situação é a redução dos preços dos imóveis. Mas vem aí outro destaque da atuação da construção civil em Goiânia e Região Metropolitano, que foi uma valorização em nível de competição com o índice inflacionário do período. Daí a conclusão do presidente da Ademi, Renato de Sousa Correia, na apresentação dos resultados da pesquisa, de que o crescimento do mercado por aqui é real, confirmando a constatação da entidade de que, em Goiás, o imóvel continua sendo uma moeda forte. Ao apresentar os resultados da pesquisa, o executivo Mário Filho, da Grupom Consultoria Empresarial, coordenador dos trabalhos, desceu a detalhes, a partir da informação de que, ao contrário de outras praças – caso específico de São Paulo -, esta pesquisa do mercado imobiliário teve um campo de abrangência próximo dos 100%. Ao que Renato Correia completou: “Uma pesquisa real, universal, não meramente amostral”. Argumentou ainda o presidente da Ademi que respondem por essa situação favorável no negócio imobiliário em Goiânia (e Aparecida de Goiânia) empresas bem estruturadas e efetivamente profissionais e o reflexo da forte atuação do agronegócio, construindo-se com isso um mercado saudável em que é um bom negócio investir em imóveis. Também presente ao evento da manhã de hoje na Ademi, Fernando Razuk, diretor de Incorporação, Pesquisas e Estatísticas da entidade, indicou que se chega, com os números positivos apresentados, ao objetivo visado pelas empresas goianas, que têm convivido, se não mais no cenário de boom nas vendas, pelo menos numa situação de calculado equilíbrio, com controle nos lançamentos e na aferição sistematizada dos preços, criando-se assim um ambiente saudável, seguro e confiante. Pelo que também lembrou Mário Filho, não se lança mais do que se vende: “Teve pé no freio, e o resultado dessa estratégia agora aparece”, dando a Goiás um posição bem mais confortável do que no resto do País. Segundo Renato Correia disse aos empresários associados no evento deste 20 de agosto, foi esta a segunda avaliação, no ano, da Análise do Mercado Imobiliário de Goiânia e Região Metropolitana, e até o fim do ano será realizada uma terceira rodada. Segundo ele, para aproximar mais os números e levar a acerto de decisão na estratégia de ação das empresas. “Estamos em navegação de cruzeiro, mas temos mais ainda a fazer. Isto se chama cuidar da saúde do nosso mercado, para que ele continue crescendo, dando segurança aos nossos negócios e respondendo adequadamente às aspirações do consumidor”, comentou. Durante os debates, pontuou a discussão de que se Goiás pratica um preço de metro quadrado bem inferior à maioria das praças brasileiras, isto é ainda feito a partir de uma real qualidade construtiva nos empreendimentos das construtoras goianas, o que é outro fator para otimizar os negócios no mercado imobiliário de Goiás.</p>
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<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
23/11/2015

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