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MINHA CASA: CETICISMO PELAS INDEFINIÇÕES NA 3ª ETAPA

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<p style="text-align: justify;">                                                                   Depois do alarde de mais de um anúncio do governo federal, e com a frustração geral pelo não atendimento do compromisso de lançamento do programa, que estava previsto para a quinta-feira passada, dia 10, e agora com o pacote de cortes nos gastos governamentais, incluindo investimento em programas sociais, o clima no meio empresarial e especialmente no setor da construção é de ceticismo quanto ao andamento do Programa Minha Casa, Minha Vida. No mesmo dia 10, em matéria de destaque na edição do jornal O Popular, a repórter Katherine Alexandria trouxe uma explicação sobre esse cenário. Segundo ela, a falta de otimismo dos empresários da construção civil em Goiás ocorre, entre outros fatores, por causa do aperto orçamentário, já que proposta enviada ao Congresso prevê déficit primário estimado em R$ 30,5 bilhões nas contas do governo, o que traria impactos diretos ao programa. O anúncio da nova etapa, que acabou não ocorrendo, se daria com 27% das obras ainda para serem entregues no Estado. De acordo com o Ministério das Cidades, foram 166.471 unidades que beneficiaram 665.884 pessoas. Desde 2009, somente em Goiás, o programa contratou 229.881 unidades habitacionais, com investimento de R$ 17,7 bilhões. “O que se esperava (para a última quinta-feira) era a revisão de valores e a garantia do que já está contratado”, comentou o vice-presidente da CBIC, Carlos Henrique de Oliveira Passos, explicando que, para a faixa 1, que beneficia famílias com renda de até R$ 1,6 mil, a dependência é de recursos da União e a dificuldade atual ainda é de garantir fluxo de pagamento dos contratos já firmados. “Esse tipo de fluxo é muito nocivo para as empresas, diferente das faixas 2 e 3, em que o orçamento é do Fundo de Garantia e temos tido recursos para financiar”, analisou. De sua parte, o presidente da entidade, José Carlos Martins, registrou que, embora a pretensão do setor seja maior, os empresários não podem desconhecer o momento de dificuldades econômicas. “Eu gostei da apresentação, acho que ela é pé no chão, factível, não tem nada de extraordinário. Também temos que entender isso. Logicamente que o ritmo que pode ser feito de contratações não é o que gostaríamos. Então, eu acho que de alguma forma ela atende a isso, que é a expectativa nossa, de ter um mínimo de previsibilidade, em termos de desempenho futuro”. Com as alterações comentadas pelo governo na quinta-feira, o valor limite da renda da primeira faixa do programa, que não tem juros e conta com um subsídio maior, aumentou de R$ 1,6 mil para R$ 1,8 mil por família. O governo criou um grupo de renda intermediário, chamado de Faixa 1,5, que vai atender a famílias com renda de até R$ 2.350 mensais, que terão subsídio até R$ 45 mil. Os juros cobrados dos beneficiários do programa também foram alterados: nas faixas 2 e 3, que variavam de 5% a 7,16% ao ano, dependendo da renda familiar bruta, subiram para entre 6% e 8%. A nova faixa terá juros de 5% ao ano. Na faixa 1, os beneficiários continuam isentos de juros. Em Goiás, diz a repórter, citando o presidente do Sinduscon-GO, Carlos Alberto de Paula Moura Júnior, os empresários possuem dificuldades com projetos prontos por causa de preços que estariam defasados em no mínimo dois anos. Por isso, o realinhamento dos valores era aguardado pelos construtores para recompensar aqueles que já investiram e também para que outros tenham interesse pelo programa, já que o retorno médio estimado não chegaria a 8% em alguns casos. “A nossa situação ainda está melhor do que a média nacional, pois o Estado está com crescimento acima do nacional, o que permite segurar”, completou Carlos Alberto.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
09/06/2016

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