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O FUTURO DA MINHA CIDADE MOBILIZA A SOCIEDADE

<img class="attachment-266x266" style="text-align: justify;" title="tome nota" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2014/11/tome-nota20.jpg" alt="tome nota" width="266" height="177" />


<p style="text-align: justify;">                                                                         As cidades vêm crescendo aceleradamente e, até 2050, seremos 3,1 bilhões de pessoas nos grandes centros urbanos, segundo estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo dados do IBGE, mais de 90% da população do Estado já vive em cidades. Em Goiânia, esse número aumenta para quase 100%. Com esse inevitável crescimento habitacional acredita-se que também cresçam os problemas de mobilidade, infraestrutura e saneamento na Capital de Goiás. Para tentar amenizar essa situação e também discutir um modelo sustentável, que leve em consideração o desenvolvimento econômico, a preservação do meio ambiente e as condições de vida dignas para a população, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e o Fórum Goiano da Habitação estão desenvolvendo o projeto O futuro da minha cidade. Lançada em maio, a iniciativa constituiu uma assembleia popular, formada pela sociedade civil, lideranças comunitárias e representantes classistas de todos os segmentos para discutir o futuro de Goiânia. A meta é manter um trabalho permanente pelos próximos 20 anos, em busca de planejar soluções para os problemas da cidade e encaminhar esse planejamento à administração pública municipal. Agora, em novo encontro marcado para esta terça-feira, dia 14, o projeto terá continuidade com a primeira reunião de trabalho. O ex-prefeito de Maringá-PR Silvio Barros conduzirá a atividade marcada para as 19h, na sede do Sindicato da Indústria da Construção (Sinduscon-GO), em palestra aberta à participação do público. Antes disso, Sílvio Barros apresentará o projeto ao prefeito de Goiânia,  Paulo Garcia, em visita ao Paço Municipal, às 16h. Sabemos que a população de Goiânia irá crescer. Dependendo de como esse aumento irá acontecer, pode ser positivo ou não. É preciso ter planejamento, para evitar o caos em questões como: saneamento, mobilidade e infraestrutura, afirma Silvio Barros. O projeto futuro da minha cidade nasceu a partir de sua experiência na prefeitura de Maringá, onde existia uma assembleia popular similar.  Quando a sociedade se fortaleceu e se posicionou com um planejamento de longo prazo, o resultado repercutiu na democratização e na maior eficiência da gestão pública, que passou a considerar as ideias pensadas pela sociedade organizada, diz o ex-prefeito de Maringá.  O sucesso do projeto levou a CBIC a montar o projeto Futuro da minha cidade para replicar a ideia em outros municípios brasileiros. Goiânia é uma das cidades-piloto e conta com a parceria do Fórum Goiano da Habitação, integrado pelas entidades Secovi, Sinduscon e Ademi. Para o presidente do Sinduscon-GO, Carlos Alberto Moura, é preciso repensar a nossa relação com a cidade e agir com proatividade e de forma perene. E esse processo transformador, que leva em consideração o desenvolvimento econômico, a preservação do meio ambiente e condições de vida dignas para a população, requer um planejamento estratégico feito pela sociedade civil organizada e conduzido com o poder público, a partir do que for entendido como prioritário para a cidade, complementa. Carlos Alberto informa que, dada a fase inicial do projeto, a assembleia ainda está aberta para novas adesões. Os Interessados devem participar da palestra nesta terça-feira mediante inscrição prévia pelo telefone 3095.5158. O projeto O Futuro da Minha Cidade foi lançado em Goiânia no dia 13 de maio deste ano por iniciativa da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, em conjunto com a Secretaria Municipal da Indústria e Comércio, OAB-GO e o Fórum Goiano da Habitação (composto pelo Sinduscon-GO, Ademi-GO e Secovi-GO). Chamado anteriormente de Cidades Sustentáveis, o projeto visa a mobilizar a sociedade local para ser protagonista no futuro da cidade, criando soluções para a sustentabilidade urbana.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
21/11/2014

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