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PESO DO SERVIÇO PÚBLICO SUPRE RECUO DA CONSTRUÇÃO

<img class="attachment-266x266" style="text-align: justify;" title="tome nota" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2014/11/tome-nota13.jpg" alt="tome nota" width="266" height="177" />


<p style="text-align: justify;">                                                                      O peso da administração pública na economia local blindou o Distrito Federal da crise econômica que atinge o Brasil. No primeiro semestre, a capital do País fechou o Índice de Desenvolvimento Econômico (Idecon) com alta de 2,2%, enquanto a média nacional ficou em 0,5%. O responsável por manter a porcentagem de crescimento foi a remuneração de funcionários públicos federais e distritais. A convocação de novos servidores e os reajustes por categoria também repercutiram positivamente, principalmente no segundo trimestre. Os dados são da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). A administração pública equilibrou a queda registrada em importantes segmentos da economia brasiliense, como construção civil, comércio e intermediação financeira — serviços contratados em bancos. A construção civil fechou em queda de 2,6%. Para Julio Miragaya, presidente da Codeplan, o setor está acompanhando o desaquecimento apresentado em todo o País. No DF, ainda tem o agravante de que, em 2011 e 2012, o setor estava aquecido e as construtoras apostaram em muitos empreendimentos, e eles foram entregues agora  — isso gerou, então, uma superoferta. Hoje, as construtoras se retraíram para vender o excedente e recompor a base de ganho, explica. Outro setor que enfrentou queda em Brasília, principalmente no segundo semestre, foi o comércio. De maio a julho, a retração foi de 2%. No acumulado do semestre, o índice fechou em 0,7%. Segundo a coordenadora da pesquisa, Sandra Regina Andrade Silva, o comércio deixou de vender principalmente bens duráveis, como carros e eletroeletrônicos, ou seja,  itens com maior valor agregado. Um reflexo disso foi a queda também nas transações financeiras; os brasilienses diminuíram a aquisição de crédito, explica. A intermediação de crédito fechou o primeiro semestre em queda de 1%. A Copa do Mundo foi responsável pelo freio no comércio. A diminuição de dias úteis durante o torneio prejudicou as vendas, comenta Miragaya.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
21/11/2014

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