Notícias do mercado imobiliário

PLANTA DE VALORES APONTA ALTAS QUE CHEGAM A 669%

<img class="attachment-266x266" style="text-align: justify;" title="Economia crescente" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2014/10/Economia-crescente1.jpg" alt="Economia crescente" width="265" height="190" />


<p style="text-align: justify;">                                                              A comissão que discute a atualização da Planta de Valores Imobiliários (PVI) de Goiânia já calculou os novos valores de todos os bairros residenciais da capital, das glebas e fazendas. Praticamente todos os terrenos tiveram seu valor alterado em, no mínimo, 100%. Os aumentos refletem a defasagem da PVI, que é de 2005. De acordo com o Código Tributário do Município, a planta deve ser atualizada todo ano e, automaticamente, corrigir o valor dos impostos. Mas a lei não foi cumprida nos últimos oito anos, o que gerou uma defasagem enorme entre o preço venal dos imóveis e o que ele realmente vale. Em decorrência dessa defasagem, muitos bairros sofreram grandes reajustes. É o caso de uma região no Centro, em que o valor do metro quadrado passou de R$ 284, da última PVI, de 2005, para R$ 1 mil na avaliação atual, uma variação de 252%. Em alguns casos, o aumento é surpreendente: na Vila Viana, o metro quadrado saltou de R$ 130 para R$ 1 mil; um aumento de 669%. Essa diferença é maior nos bairros que sofreram uma grande expansão depois de 2005, data da última atualização da PVI. Todos os terrenos do Centro da cidade foram reajustados em percentuais que vão de 82% a 200%. O menor aumento atingiu uma área cujo valor está estimado em R$ 164  e foi avaliado em 300 reais; no Setor Aeroporto, os terrenos praticamente dobraram o valor, reajustes de 102%, 114% e 120%; o maior reajuste ocorrido no Setor Oeste foi de 185% em uma área onde o metro quadrado passou dos atuais R$ 350 reais para R$ 1 mil. Todo o Setor Oeste foi reajustado em percentuais acima de 120%. No Setor Sul, os aumentos chegaram a 164%; no Marista, a 248%, no Bueno a 300% e no Bela Vista a 271%. Os novos valores representam cerca de 70% dos de mercado, afirma Renato Abdala, representante do Sindicato da Habitação do Estado de Goiás (Secovi), entidade que não tem assento na comissão, mas foi convidada a acompanhar o debate, porém sem direito a voto. No Setor Marista, o metro quadrado custa cerca de R$ 3 mil e na planta está avaliado em R$ 1,2 mil. O mesmo aconteceu no Setor Bueno e Jardim Goiás, que ficou bem abaixo do valor de mercado. A defasagem é provocada pelo próprio mercado, explica a presidente do Sindicato dos Corretores de Imóveis de Goiás (Sindimoveis) Lucimar Alves Elias. A oferta e procura é que regulam o mercado e a valorização ocorre pela demanda. No caso do Jardim Goiás, o alto valor reflete a presença do Parque Flamboyant, as obras de alto padrão, o shopping e as varias vias de acesso, diz a corretora. O vereador Anselmo Pereira (PSDB), um dos integrantes mais assíduos da comissão e que participou de todas as reuniões, revela que a atualização da planta visa a aproximar os valores atuais dos de mercado e confirma que existe uma preocupação em não propor aumentos exagerados para não  sobrecarregar a capacidade contributiva da população.</p>




<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
29/10/2014

Últimas notícias