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PRODUTIVIDADE PARA CRESCER E GERAR MAIS EMPREGO

<img class="attachment-266x266" style="text-align: justify;" title="geração de empregos" src="http://evoimoveis.com.br/wp-content/uploads/2014/11/gera%C3%A7%C3%A3o-de-empregos1.jpg" alt="geração de empregos" width="266" height="187" />


<p style="text-align: justify;">                                                                              Ao apresentar as perspectivas para 2014 a um grupo de empresários e executivos da cadeia produtiva do setor da construção, durante o evento Diálogos da Construção, na última semana, na sede do Sinduscon-SP, em São Paulo, o professor Robson Gonçalves, economista e consultor da FGV, afirmou que, no atual cenário de baixo desemprego, inflação e salários em crescimento, o governo precisa assumir um compromisso com uma produtividade desesperadora da economia: ou a eleva ou traz gente de fora. Segundo o economista, a elevação da produtividade, ao gerar mais produção, acabará criando mais empregos, que, além de contribuir para o crescimento econômico, diminui os gastos com os programas sociais. "A primeira medida que o governo deve tomar é deixar claro que a política econômica retornará aos três pilares. Precisa praticar o regime de metas de inflação, entregar o superávit prometido das contas públicas e cuidar das contas externas. Precisa atuar com clareza, reduzir a incerteza, melhorar o ambiente de negócios", afirmou. Robson Gonçalves disse ter convicção de que o Brasil dispõe de condições para voltar a crescer. Lembrou que a economia brasileira foi a que melhor se recuperou após a crise financeira internacional de 2008/2009. E preconizou simplificação da tributação, mais investimentos na infraestrutura e na logística, desburocratização, reajuste de preços administrados e elevação da taxa de investimento. O economista previu para o final de 2014: crescimento do PIB de 0,3%; inflação de 6,8%; taxa Selic acima de 11,25%; dívida pública líquida de 33,3% do PIB; superávit do balanço de US$ 2,4 bilhões; investimento direto externo de US$ 60 bilhões, e taxa de câmbio a R$ 2,40.</p>






<strong>Fonte: www.ademigo.com.br</strong>
25/11/2014

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